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Meu tempo

Zezé Freitas & Nenê
Discos: Jazz / MPB

Disponible

16,62 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Tratore
Estilo Jazz / MPB
Año de Edición Original 2004

Más

Zezé Freitas (voz), Nenê (Realcino Lima Filho) (piano, arreglos)

Atrevido y delicado tercer álbum de la cantante Zezé Freitas (Maria José de Freitas Luiz) (São José do Rio Preto, SP, 1958) dedicado a la obra del prestigioso baterista gaúcho Nenê (Realcino Lima Filho) (Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 1947) que la acompaña al piano en feliz sintonía.
Conocido a escala internacional por haber acompañado durante muchos años al "mago" Hermeto Pascoal, Nenê es, de hecho, un avezado multiinstrumentista (toca guitarra acústica y piano) y un original compositor, como queda patente en este disco registrado en clima camerístico que emana autenticidad y calidez.

"Nascida a 19 de março de 1958 em São José do Rio Preto (São Paulo), Zezé teve seus primeiros contatos com a música no Canto Orfeônico do Grupo Escolar Valentim Álvares, do qual fazia parte. Além disso, as aulas de música com caderno de partituras no primeiro ano escolar e a Fanfarra do Colégio onde tocava caixa são lembranças que brotam de sua memória afetiva quando recorda dos primeiros passos no mundo da música. “O rádio ligado na sala de casa, as reuniões com amigos sentados no chão da pracinha onde cantávamos músicas da época”, complementa.
No longínquo ano de 1988 cantou pela primeira vez. Trata-se do disco “Pregões de São Luis”, patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão, produzido, arranjado e dirigido por Ubiratan Sousa. Zezé participou do coro.
Seis anos depois, o esperado debute fonográfico acontecia com o lançamento de “Momentos”, produzido pelo parceiro constante Filó Machado. O repertório, fruto das vivências musicais pelas quais passou, traça um (belo) inventário  do cardápio oferecido pela nossa música popular universal brasileira.
Compositora e artista plástica, Zica Bergami faleceu no dia 16 de abril de 2011. Para os mais desatentos, ela é a compositora da belíssima canção “Lampião de Gás”, sucesso atemporal na voz de Inezita Barroso, que a gravou em 1958. São as composições dessa saudosa artista que compõem o segundo disco da Zezé Freitas, intitulado “Zezé Freitas interpreta Zica Bergami” (1999), que assim como a sua estreia, foi produzido por Filó Machado. Atualmente, ouvir esse disco funciona como uma forma de preservar o trabalho de uma grande mulher que se foi.
Cinco anos se passam, chega as lojas “Meu tempo”, apenas com a voz de Zezé e o piano de Nenê, resultando em algo entre uma sensibilidade rebuscada e um mundo de canções intimistas, que através de inúmeras audições, revelam pouco a pouco mais e mais nuances. É um deleite (para os ouvidos e corações) Poderia citar vários e diversos motivos para você escutar Zezé. É um convite apetitoso. Poderia dizer que ela é uma artista incomum. Poderia dizer que dentre nossos artistas independentes, ela se destaca. Poderia usar uma infinidade de argumentos..." Arthur Vilhena

"(...) Interpretei o repertório da Zica Bergami durante uns seis anos e não conseguia me desvencilhar dele para desenvolver o que viesse a seguir.  Foi então que conheci pessoalmente o Nenê baterista. Em uma das vezes em que esteve em casa, sentou-se com o violão no colo (não sabia que ele tocava violão), e dedilhou uma bossa nova:  “O Tom partiu, deixou o Rio. Não volta mais. Fim da canção. Imensidão! Tom foi pra lá”. Ela me arrebatou de imediato e, ao perguntar a autoria, soube que era dele, música e letra.  Fiquei surpresa, pois, ele é conhecido como O Baterista, um dos nossos melhores. Claro que eu quis conhecer as outras composições letradas dele. E, para as músicas que selecionei e que não tinham letra, tratei de arranjar um parceiro.  Foi então que conhecemos o Pedro Marques e o Eduardo Neves. E, seguindo a ideia de gravar um só autor no mesmo CD conforme tinha feito com a Zica Bergami, registramos  dez  canções do Nenê,  em piano e voz, e outras duas, uma do Mutinho com João Palmeiro,  outra do Natan Marques com Thaís Andrade.  Este disco retrata mais uma fase de descobertas. Quando o escuto sinto-me satisfeita, tranqüila e feliz, ele é contemporâneo, bem cuidado e original." (Fragmento de la entrevista concedida a Arthur Vilhena, publicada en oficiodecantora.wixsite.com, en 2013)

"(...) é um bom exemplar de integração entre voz e instrumento... arranjos estimulantes. Seu timbre é agradável e as interpretações primam pela precisão e a clareza na pronúncia de cada verso. A intimidade com o piano de Nenê e o requinte na escolha do repertório só frisam a beleza do conjunto” Lauro Lisboa (O Estado de São Paulo, Caderno 2, 21.01.2005)

“Zezé Freitas mostra sua música doce e delicada ... O formato intimista cai bem para eles... Mostram sintonia e entrosamento e o resultado é um CD simpático e despojado... Na maior parte do disco a delicadeza é que manda.” Beto Feitosa (ziriguidum.com, 28.02.2005)

“São sambas, choros, maracatus e bossas impregnadas de ricas harmonias, valorizadas por letras bem construídas e pelas interpretações sensíveis da cantora” Toninho Spessoto (Jornal Movimento, 28.02.2005)

Temas

CD 1
01
Pelas alamedas
Mutinho - João Palmeiro
02
Um convite
Nenê - Eduardo Neves
03
Maracutaia
Nenê - Eduardo Neves
04
Congo mineiro
Nenê - Eduardo Neves
05
Cara de índio
Nenê
06
Ladainha
Nenê
07
Pirambeira
Nathan Marques - Thais Andrade
08
Caminho da terra
Nenê
09
Balada para Guevara
Nenê
10
Carinhoso amor
Nenê
11
Partida
Nenê
12
Zezé
Nenê