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Barraco dourado

Bangalafumenga
Discos: MPB

Disponible

18,49 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello MP,B
Estilo MPB
Año de Edición Original 2008
Bailable

Más

Bangalafumenga: Rodrigo Maranhão (voz, cavaquinho, percusión), Thiago Di Sabbato (guitarras, bajo, órgano, teclados), Celso Alvim (percusión, arreglos de percusión), André Moreno (batería, percusión, coros), Dudu Fuentes (percusión, efectos, coros), Ronald Rosa, João Di Sabbato, Carlos Sant'Anna y Breno Monteiro (percusión, coros), André Bava, Mariana Silveira, Lupércio Bogéa, Alan Gonzaga y Mike Steven (percusión)

Otros músicos participantes: Marcelo Caldi (acordeón), Nicolas Krassik (violín), Roberto Stepheson (flauta, arreglos de metales), Marcos Belquior, Elias Silva, Bubú, Pimenta (metales), Pedro Zuim, Fofão, Ursula Baldanza, Malu von Krüger y Elisa Lacerda (coros).

"Eu tô no samba-funk, tô no sambalanço / Tô na batucada, minha rede eu mesmo tranço", canta Rodrigo Maranhão sob a pulsação de metais, quase no tom do samba-rap, em Baseado em Fatos Reais. A intenção é traçar a evolução do samba na letra desta música do terceiro disco do Bangalafumenga, mas os versos funcionam também como uma carta de intenções deste grupo carioca - formado em 1998 pelo poeta Chacal e pelos músicos Rodrigo Maranhão e Celso Alvim (de A Parede) - que mistura e manda em Barraco Dourado um coquetel de ritmos brasileiros com atitude e baticum pop. Parte do samba (cuja batida dá o tom em faixas como Chapéu Mangueira) para ritmos como maracatu (caso da funkeada faixa-título, Barraco Dourado) e ciranda (Sexta-Feira / Bonfim). No todo, o CD mantém o alto nível do primeiro álbum da banda (Bangalafumenga, 2001) - no qual, aliás, apareceram músicas como a Ciranda do Mundo (Edu Krieger) - e do EP Vira-Lata, de 2004. Barraco Dourado é, sobretudo, a confirmação do talento de Rodrigo Maranhão como compositor (como cantor, ele não chega a brilhar). É de Maranhão a autoria da maioria das músicas do álbum, a começar pelo ponto afro Mãe d'Água, que abre Barraco Dourado. Há faixas como Quebra-Quilos - composta por Pedro Luís em homenagem a Celso Alvum - marcadas pelo baticum percussivo da Parede, mas, no geral, os arranjos combinam levadas percussivas com a pulsação dos metais. É o que acontece no tema instrumental Especial de Agogô. Mesmo que uma ou outra música soe menos inspirada - caso de Brother, soul criado por Maranhão em tributo a Serjão Loroza - o Barraco Dourado ostenta o viço da moderna música popular produzida no Rio de Janeiro sem fronteiras rítmicas. E, de quebra, oferece dois covers. O rebolado latino da Lourinha Bombril - modelado pelos Paralamas do Sucesso no álbum 9 Luas (1996) - cai bem no repertório do Bangalafumenga. Já a tentativa de seguir os Trilhos Urbanos (Caetano Veloso, 1979) na batida seminal do jongo soa mais curiosa do que propriamente empolgante. Nada, contudo, que tire o brilho de disco vibrante. 2009 começou bem." Mauro Ferreira (Blog Notas Musicais, 12.09.2009)

Temas

CD 1
1
Mãe d'Água
Rodrigo Maranhão
2
Barraco dourado
Rodrigo Maranhão
3
Quebra-quilos
Pedro Luís
4
Baseado em fatos reais
Rodrigo Maranhão
5
Chapéu Mangueira
Rodrigo Maranhão
6
Lourinha Bombril
Diego José Blanco - Fernando Javier Luis Hortal (Vers. Herbert Vianna)
7
Brother
Rodrigo Maranhão
8
Especial de agogô (instrumental)
Bangalafumenga
9
Trilhos urbanos
Caetano Veloso
10
Sexta-feira / Bonfim
Márcio de Dona Litinha