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Outra

Aline Muniz
Discos: Pop

Disponible

14,95 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Sony Music
Estilo Pop
Año de Edición Original 2015

Más

Aline Muniz (voz)

Rubinho Antunes (trompeta), Nahor Gomes (flugelhorn), Luiz Neto (saxo), Tiquinho (trombón, arreglos de metales), Dudu Marote (teclados, efectos, arreglos, producción), Sacha Amback (piano eléctrico, teclados), Rodrigo Campello (sintetizadores, bajo, guitarras, loops, arreglos, programaciones, producción), Pedro Dash (teclados, guitarra eléctrica, programaciones, producción), Marco de Vita (guitarra acústica, bajo, arreglos, producción), Emerson Villani (guitarras), Conrado Goys (guitarras), Fernando Nunes o Dunga o Marcelo Mariano (bajo), Thiago Gomes o João Viana o Xande Tamietti o Daniel de Paula (batería), Marcelo Costa (batería, percusión), Ricardo Panicali (percusión), Felipe Gomide (rabeca).

Edición en formato Digipack.

"(...) Em seu terceiro álbum, denominado ”OUTRA”, lançado em 2015 pela multinacional Sonny Music a cantora ALine Muniz (Rio de Janeiro, RJ, 1983) mostra ao mundo a que veio.  Aline converge técnica vocal com muito balanço e qualidade musical.
Aline ficou em dúvida. A interrogação foi se dissipando durante um ano, período em que ela passou o repertório do trabalho com Marote. A parceria foi se fundindo a ponto de ele se surpreender quando gravaram rock de guitarra distorcida no trabalho.
Daí também vem o nome do disco. É a Aline, mas é outra (Aline). Os acordes, antes intrincados, foram ficando mais simples. A metodologia de trabalho também. Assim como as programações, os refrões. Tudo foi ficando mais simples. E Aline deixou de lado tão somente o coração na escolha das canções. Se antes o repertório era selecionado apenas pelo que tocava o íntimo dela, desta vez a lição da ponte aérea São Paulo/Nova York (onde praticamente mora metade do tempo) a levou a perceber que o pop é bem mais amplo que nossa miopia radiofônica percebe.
Há larga pitada de pimenta também na escolha do nome. Muitas das músicas tratam de temas sensuais. Ou ao menos têm essa carga de sensualidade latente. “Outra” é, também...a outra. Que vem em receita sempre apimentada, em trajes mais sensuais.
O resultado é um trabalho tanto mais simples quanto mais rico em texturas, arranjos, timbres e explosivo em celebração. Bailarina por formação, ela enxergou essa necessidade de leveza nas tantas gerações de amigos dos grupos que frequenta, músicos, dançarinos, artistas variados. “Está tudo tão denso, carregado...é preciso algo que nos coloque para viver a vida.” “Outra” faz isso nos três quartos de hora que dura.
Abre com o som gordo, um groove black irresistível que encharca o acento popular brasileiro de “Tem que Ter um Fim”. A MPB eletrônica de Aline ganha reforço em “Só Sua”, onde a mistura de eletrônica com textura orgânica é ressaltada nos samples e na percussão.
“Dançando com a Vida” – a primeira das três que Rodrigo Campello produziu, sendo as outras duas “Eu e Você e Mais Ninguém” e “Assim é se lhe Parece” - tem uma tal “levada linda de violão” (como a cantora refere-se) em balada suave, cheia de texturas e com piano que flutua pela canção.
Quando pensamos que entendemos a proposta de Aline ela vem com um "funkão" grooveado com peso no naipe de metais, em “A Noite Vai Dizer”. Na mesma levada fervente de funk, teremos ainda “Meu Bom”, à Tim Maia, e “Sonhos Roubados”, esta com mais sotaque carioca.
O disco retorna a um navegar um pouco mais suave em “Eu Me Rendo”, sob a voz suave de Aline e levada hipnótica que lembra o que os Chilli Peppers fizeram em seus melhores momentos de ode ao funk.
“Eu e Você e Mais Ninguém” é bossa nova eletrônica cheia de suingue, enquanto a mistura de gêneros com pegada eletrônica tem vez na baladeira “Assim é se lhe Parece”.
O "rockão" a que me referi no início do texto é batizado “A Dois”, que engana com uma levada de violão no começo para explodir num rock rasgado e energético. E a canção que fecha o disco "Outra" é “Love is Pure”, a única música em inglês do terceiro trabalho. A canção, antes de ganhar texto final era apelidada de “África”, porque Aline emulava sonoridade vocal africana para acompanhar a melodia. Apesar de ser a única que não tem letra em português, a canção de vocal suave dá a pista exata do processo de dois anos de execução do trabalho e do que encontramos neste.
Simples assim. Ou intrincado assim. Que seja. Mas festeiro, dançante e celebrador sempre.
No inicio de 2014 lançou o single Tem que ter um Fim [7] composição de Gabriel Moura e Rogê e produção musical de Dudu Marote, sendo a primeira música de trabalho do álbum, com o lançamento do clipe dirigido por Fabio Delai e Diego Querzoli, e produzido por Cavallaria Filmes.
A segunda música de trabalho, foi "Eu Me Rendo" conhecida na voz do cantor Fabio Jr. E emplacando o sucesso, a terceira música de trabalho foi o sucesso “Dançando com a Vida”, canção composta por  Sandra de Sá e Zé Ricardo e está se posicionou como uma das músicas mais tocadas do eixo Rio de Janeiro e São Paulo." (Wikipedia)

Temas

CD 1
01
Tem que ter um fim
Rogê - Gabriel Moura
03:47
02
Só sua
Aline Muniz - Marco de Vita
03:52
03
Dançando com a vida
Sandra de Sá - Zé Ricardo
03:29
04
A noite vai dizer
João Sabiá
03:52
05
Eu me rendo
Sérgio Sá
03:16
06
Eu, você e mais ninguém
Walmir Borges - Márcio Bradock
04:45
07
Meu bom
Rogê - Gabriel Moura
04:48
08
Assim é se lhe parece
Max de Castro
03:08
09
A dois
Ciro Medeiros
03:28
10
Sonhos roubados
João Nabuc - Eugenio Dale - Antonio Villeroy
03:27
11
Love is pure
Aline Muniz - Marco de Vita
03:24