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O Alvorecer - A arte de Amaral Vieira

Amaral Vieira
Discos: Clásica

Disponible

14,95 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Velas
Estilo Clásica
Año de Edición Original 1993
Instrumental

Más

Amaral Vieira (piano solo)

Participación especial de: Orquesta Sinfónica Fuji, dirigida por Yasushi Inada, Solista: Masako Okubo (piano).

Grabado en Hall de Ima, en Nerima-ku, Tokyo (Japón), en 1992 (tema 1) y en el Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), en 1991 (temas 2 a 12).

"José Carlos Amaral Vieira (São Paulo, SP, 1952) é um dos mais bem sucedidos, versáteis e completos músicos brasileiros de sua geração. Este grande êxito dentro da carreira artística deve-se à postura de seriedade de sua intensiva atividade musical, que lhe assegurou, no Brasil e Exterior, uma sólida posição como pianista, compositor, pedagogo e musicólogo.
Ele não veio de uma família musical, começou a tocar piano aos seis anos de idade. Apaixonou-se pelo som do piano enquanto ouvia as lições de sua irmã cinco anos mais velha do que ele (...) Aos oito anos de idade faz o primeiro recital de piano, início de aclamada carreira como intérprete, suas primeiras composições datam de 1961.
No Brasil estudou piano com o famoso compositor e maestro brasileiro João de Sousa Lima, que reconheceu o talento do jovem e disposto a dar-lhe aulas particulares especiais. Estudou também composição com Artur Hartmann. Posteriormente em 1965, quando tinha 13 anos, ingressou no Conservatoire Supérieur de Musique de Paris teve como professora de piano Lucette Descaves e o compositor Olivier Messiaen foi seu mestre e orientador em composição. Prosseguiu seus estudos como bolsista do DAAD e diplomou-se na Escola Superior de Música de Freiburg, Alemanha, onde teve aulas com Carl Seemann (piano) e Konrad Lechner (composição). Após ser diplomado, foi convidado pelo British Council a aperfeiçoar seus conhecimentos em Londres num estágio com o pianista Louis Kentner, que foi discípulo de um aluno pessoal de Liszt na Hungria.
Foi recomendado para o cargo de chefe do Departamento de Música da Escola Yehudi Menuhin para as crianças musicalmente talentosas no Reino Unido. Um posto muito cobiçado, por seu prestígio e estabilidade financeira, mas optou por retornar ao Brasil.
Em 1977, fixa residência em São Paulo e tem início a sua carreira como divulgador da música de concerto, com ênfase especial à apresentação de um repertório de grande responsabilidade e muitas vezes, ainda inédito em nosso país, como foi o caso da apresentação integral, pela primeira vez na América Latina, do Ciclo das 19 Rapsódias Húngaras de Franz Liszt, que Amaral Vieira realizou no Museu de Arte de São Paulo.
Em 1978 conquistou o Prêmio Internacional de Composição "Arthur Honneger". Dois anos depois conquistou o Grande Prêmio da Fondation de France (outorgado à sua Trilogia opus 137).
Em 1984 aconteceu em São Paulo o Festival Amaral Vieira - O Compositor e sua Obra – foram 14 concertos, com a interpretação de 157 peças de sua autoria, mobilizando quase 200 musicistas no evento.
Recebeu o Prêmio Liszt do governo húngaro em 1986 por ocasião do centenário de morte do compositor e em reconhecimento aos seus estudos, gravações e performances da música de Franz Liszt.
É responsável desde 1989 pelo Laudate Dominum, um programa de rádio dedicado à música sacra que não faz distinção de credo ou de período estético, da música antiga à contemporânea e dedica grande parte de seu tempo ao trabalho de pesquisa musical, e em 1990 funda o Arquivo de Música Sacra Brasileira “Furio Franceschini”.
Em 1992 recebe no Japão o Prêmio Min-On1992 da Honra Suprema pelo conjunto de seu trabalho cultural, sendo a primeira vez que foi outorgado a um artista latino americano.
No mesmo ano, recebe o convite do Presidente da SGI, para se apresentar no Ikeda Auditorium da Universidade Soka, com a Orquestra Sinfônica Fuji (do movimento religioso Soka Gakkai), interpretando sua obra O Alvorecer do Século da Humanidade, inspirada em texto literário de Daisaku Ikeda, Presidente da ‘SGI’, Soka Gakkai International, Japão, com a presença de mais de cinco mil pessoas e transmissão ao vivo por TV para todo o Japão.
No ano seguinte, em fevereiro de 1993, recebe o Prêmio SGI de Cultura do Japão, pelo seu trabalho artístico em prol da Cultura e da Paz Mundial.
No Brasil, a Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) concedeu por sua obra Fantasia Coral para mezzo-soprano, piano, órgão, harpa, coro e duas bandas sinfônicas, o prêmio de “Melhor Obra Vocal de 1992” (...)" (Blog Harmonia Sangreal, 02.03.2016)

Temas

CD 1
01
O alvorecer do século da humanidade
Amaral Vieira
Orquesta Sinfónica Fuji. Solista: Masako Okubo
10:43
02
Sonatine - I. Allegro moderato
Roh Ogura
01:40
03
Sonatine - II. Canzonetta (Andante)
Roh Ogura
02:12
04
Sonatine - III. Rondo (Allegro ritmico)
Roh Ogura
01:56
05
Barcarolle nº 6, opus 70
Gabriel Fauré
03:34
06
Scherzo und  marsch
Franz Liszt
13:25
07
Duas fantasias
José Maurício Nunes Gárcia
05:57
08
Rigaudon
Alberto Nepomuceno
04:00
09
Alegria na horta / Sonata
Heitor Villa-Lobos / Dmitri Kabalevsky
02:19
10
Allegro con moto
Dmitri Kabalevsky
05:21
11
Andante cantabile
Dmitri Kabalevsky
04:25
12
Allegro giocoso
Dmitri Kabalevsky
04:39