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Rudepoema - O piano de Amaral Vieira - Obras de Liszt, Chopin & Villa-Lobos

Amaral Vieira
Discos: Clásica

Disponible

14,95 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Velas
Estilo Clásica
Año de Edición Original 1994
Instrumental

Más

Amaral Vieira (piano solo)

Grabado en los Estúdios Veridiana, en la ciudad de São Paulo (temas 1 a 12) y en Südwest Studios, en Baden-Baden (Alemania) (temas 13 y 14).

"José Carlos Amaral Vieira (São Paulo, SP, 1952) é um dos mais bem sucedidos, versáteis e completos músicos brasileiros de sua geração. Este grande êxito dentro da carreira artística deve-se à postura de seriedade de sua intensiva atividade musical, que lhe assegurou, no Brasil e Exterior, uma sólida posição como pianista, compositor, pedagogo e musicólogo.
Ele não veio de uma família musical, começou a tocar piano aos seis anos de idade. Apaixonou-se pelo som do piano enquanto ouvia as lições de sua irmã cinco anos mais velha do que ele (...) Aos oito anos de idade faz o primeiro recital de piano, início de aclamada carreira como intérprete, suas primeiras composições datam de 1961.
No Brasil estudou piano com o famoso compositor e maestro brasileiro João de Sousa Lima, que reconheceu o talento do jovem e disposto a dar-lhe aulas particulares especiais. Estudou também composição com Artur Hartmann. Posteriormente em 1965, quando tinha 13 anos, ingressou no Conservatoire Supérieur de Musique de Paris teve como professora de piano Lucette Descaves e o compositor Olivier Messiaen foi seu mestre e orientador em composição. Prosseguiu seus estudos como bolsista do DAAD e diplomou-se na Escola Superior de Música de Freiburg, Alemanha, onde teve aulas com Carl Seemann (piano) e Konrad Lechner (composição). Após ser diplomado, foi convidado pelo British Council a aperfeiçoar seus conhecimentos em Londres num estágio com o pianista Louis Kentner, que foi discípulo de um aluno pessoal de Liszt na Hungria.
Foi recomendado para o cargo de chefe do Departamento de Música da Escola Yehudi Menuhin para as crianças musicalmente talentosas no Reino Unido. Um posto muito cobiçado, por seu prestígio e estabilidade financeira, mas optou por retornar ao Brasil.
Em 1977, fixa residência em São Paulo e tem início a sua carreira como divulgador da música de concerto, com ênfase especial à apresentação de um repertório de grande responsabilidade e muitas vezes, ainda inédito em nosso país, como foi o caso da apresentação integral, pela primeira vez na América Latina, do Ciclo das 19 Rapsódias Húngaras de Franz Liszt, que Amaral Vieira realizou no Museu de Arte de São Paulo.
Em 1978 conquistou o Prêmio Internacional de Composição "Arthur Honneger". Dois anos depois conquistou o Grande Prêmio da Fondation de France (outorgado à sua Trilogia opus 137).
Em 1984 aconteceu em São Paulo o Festival Amaral Vieira - O Compositor e sua Obra – foram 14 concertos, com a interpretação de 157 peças de sua autoria, mobilizando quase 200 musicistas no evento.
Recebeu o Prêmio Liszt do governo húngaro em 1986 por ocasião do centenário de morte do compositor e em reconhecimento aos seus estudos, gravações e performances da música de Franz Liszt.
É responsável desde 1989 pelo Laudate Dominum, um programa de rádio dedicado à música sacra que não faz distinção de credo ou de período estético, da música antiga à contemporânea e dedica grande parte de seu tempo ao trabalho de pesquisa musical, e em 1990 funda o Arquivo de Música Sacra Brasileira “Furio Franceschini”.
Em 1992 recebe no Japão o Prêmio Min-On1992 da Honra Suprema pelo conjunto de seu trabalho cultural, sendo a primeira vez que foi outorgado a um artista latino americano.
No mesmo ano, recebe o convite do Presidente da SGI, para se apresentar no Ikeda Auditorium da Universidade Soka, com a Orquestra Sinfônica Fuji (do movimento religioso Soka Gakkai), interpretando sua obra O Alvorecer do Século da Humanidade, inspirada em texto literário de Daisaku Ikeda, Presidente da ‘SGI’, Soka Gakkai International, Japão, com a presença de mais de cinco mil pessoas e transmissão ao vivo por TV para todo o Japão.
No ano seguinte, em fevereiro de 1993, recebe o Prêmio SGI de Cultura do Japão, pelo seu trabalho artístico em prol da Cultura e da Paz Mundial.
No Brasil, a Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) concedeu por sua obra Fantasia Coral para mezzo-soprano, piano, órgão, harpa, coro e duas bandas sinfônicas, o prêmio de “Melhor Obra Vocal de 1992”.
Foi presidente da Sociedade Brasileira de Musicologia entre os anos de 1993 e 1995.
Deve-se a ele, entre outros menores, três grandes achados para a Musicologia: o quarto ato, até então desaparecido, (na versão de canto e piano) da ópera “A Louca” (1862) do compositor paulista Elias Álvares Lobo; o “Tratado de Contraponto e Composição” (1830) do compositor luso-brasileiro André da Silva Gomes; em novembro de 1995 descobriu uma composição inédita de Villa-Lobos, a Valsa Brilhante de 1904, para violão constando em catálogo das obras do mestre como “não localizada”. As três obras em manuscritos originais únicos.
Foi novamente agraciado pela APCA com o prêmio da “Melhor Obra Sinfônica de 1993” com “Sons Inovadores”.
Entre janeiro de 1994 e abril de 1995, Amaral Vieira realizou com o mais absoluto êxito tournées pelo Oriente Médio, Alemanha, Bélgica, Japão, China e Bolívia, além de apresentações no Brasil, num total de 85 concertos. (...)" (Blog Harmonia Sangreal, 02.03.2016)

Temas

CD 1
01
Allegro con fuoco
Franz Liszt
00:59
02
Allegro non molto
Franz Liszt
01:14
03
Allegro sempre legato
Franz Liszt
02:42
04
Allegretto
Franz Liszt
00:54
05
Moderato
Franz Liszt
02:24
06
Molto agitado
Franz Liszt
01:06
07
Allegretto con molta espressione
Franz Liszt
01:41
08
Allegro con spirito
Franz Liszt
01:49
09
Allegro grazioso
Franz Liszt
04:00
10
Moderato
Franz Liszt
01:49
11
Allegro grazioso
Franz Liszt
02:51
12
Allegro non troppo
Franz Liszt
02:06
13
Andante Spianato et grande polonaise brillante
Frédéric François Chopin
13:00
14
Rudepoema
Heitor Villa-Lobos
19:47