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Art Popular (Deixe eu ir à luta,...)

Art Popular
Discos: Pagode (samba pop romántico)

Disponible

16,62 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Virgin
Estilo Pagode (samba pop romántico)
Año de Edición Original 2001

Más

Art Popular

A pesar del abrumador éxito comercial alcanzado desde 1993 con temas como Temporal, Pimpolho, Amarelinha, etc, la inquietud musical de Leandro Lehart va mucho más allá del "pagode", el samba pop romántico que ha anegado Brasil en los años 90.
En el 7º disco de Art Popular, Leandro -que ha iniciado su carrera en solitario- ya no es el vocalista del grupo y cede el puesto a su hermano Márcio, pero deja su sello como productor, arreglista instrumentista y autor de casi todos los temas.
Una aractiva aproximación al samba de raíz, sin perder el romanticismo y la comercialidad, que le redime de pecados de juventud.

"Os fãs do Art Popular podem respirar aliviados. Este primeiro álbum do grupo sem o mentor, vocalista e principal compositor Leandro Lehart - queiram ou não, a "cara" do AP - não é um álbum sem Leandro Lehart. Apesar de ter oficialmente saído do grupo, Lehart continua mais presente que nunca, assinando sozinho 11 das 13 faixas, tocando vários instrumentos e pilotando a produção. Não há o que temer, pois: as espertas e ecléticas composições de Lehart continuam sendo o diferencial do Art Popular sobre todos os outros grupos concorrentes na engarrafada área do pagode.
O AP se deu ao luxo de retornar com um álbum de "samba de raiz"; um pedido do público, segundo o próprio grupo. E é de raiz, mesmo? Sim, nem que seja pela ambientação e arranjos das músicas. Compondo samba, Lehart pode não estar envolto na mesma aura de "legitimidade" conferida a contemporâneos como Zeca Pagodinho ou Dudu Nobre. Mas não é por ser menos "original do samba" que os outros, e sim porque suas canções nunca se limitaram ao partido-alto. Lehart já trafegou do dancehall ao pagode romântico, passando pelo samba-rock, forró, xote e as atuais fusões samba-soul-r'n'b que arrisca em sua carreira solo. Fazer sambão para ele chega a ser uma limitação, já que ele é um compositor "impuro" - ou, melhor dizendo, legitimamente pop.
Pop ou não, Lehart & companheiros saem-se bem em seu disco de raiz. Sem confundir produção de alto nível com exageros tecladísticos e/ou pirotecnias orquestrais, o grupo coloca a percussão à frente dos arranjos, e resgata cavaquinhos e metais. A temática das letras não foge dos generalismos românticos; mas a dignidade dos arranjos e as melodias cativantes as resgatam, quase sempre, do banal. Os sambas seguem cadenciados, como em Deixe Eu Ir À Luta, Oi ou Chora Chora (uma das melhores do álbum, que retorna em uma surpreendente versão instrumental em clima de gafieira). O clima "fundo de quintal" se impõe em Bate Pandeiro (de Evandro), enquanto os mais sentimentais podem se refugiar em Casinha e Luar ou Chora Chora. O decantado ecletismo de Lehart se manifesta apenas no xote Vai Tê Que Resolvê, que soa até meio deslocado no disco, e na bem conduzida fusão de pop romântico e samba em Pedra Preciosa.
Com Lehart fora - mas dando aquela força nos bastidores - o Art Popular não se desviou de sua rota e continua fazendo um competente samba pop. Podem muito bem ser os únicos de toda a cena pagodística que sabem diferenciar pop legítimo de breguice, e aí está a diferença.(Marco Antonio Barbosa (cliquemusic.com.br)

Temas

CD 1
01
Deixa eu ir à luta
Leandro Lehart
04:22
02
Vai tê que resolvê
Leandro Lehart
04:16
03
Oi
Leandro Lehart
03:25
04
Chora chora
Leandro Lehart
04:20
05
Chora chora (Versão gafieira) (instrumental)
Leandro Lehart
04:18
06
Luz que vem de lá
Leandro Lehart
04:45
07
Bate pandeiro
Evandro - Mito
04:35
08
Pedra preciosa
Leandro Lehart
04:05
09
Quando sábado chegar
Leandro Lehart
04:26
10
Casinha e luar
Leandro Lehart
05:12
11
Surge dos ventos
Leandro Lehart
04:14
12
Sereia
Leandro Lehart
04:05
13
História sem fim
Leandro Lehart
04:29