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Sujeito homem

Rappin' Hood
Discos: Hip hop

Disponible

13,17 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Trama
Estilo Hip hop
Año de Edición Original 2001
Bailable

Más

Rappin' Hood (voz)

Participación especial de: Black Alien, Caju & Castanha, Funk Buya, Leci Brandão, Péricles (Exaltasamba) y Placa Luminosa.

Primer disco en solitario de Antônio Luiz Júnior /São Paulo, SP, 1971) "Rappin' Hood" -
"repin udi", como lo pronuncian los brasileños- exmiembro del grupo Posse Mente Zulu.
A la habitual contundencia y agresividad de las letras, que expresan la dureza de la vida en la periferia de la macrourbe, se añade una variedad sonora (embolada, samba, reggae, soul, funk,...) que proporciona un dinamismo y una riqueza musical inusuales en los discos de este estilo musical.
Interesante muestra de la vitalidad del rap paulistano (de la ciudad de São Paulo). Vibrante.

"Uma das produções mais esperadas do rap paulistano nos últimos tempos, a estréia solo de Rappin'Hood (revelado à frente do Posse Mente Zulu) demonstra a maturidade e a criatividade do rapper. Ele vence o desafio que parece mais complexo para o hip hop brasileiro "conscientizado": equilibrar a contundência do discurso com uma sonoridade que tenha a mesma força. Como tantos outros manos, RH canta a vida dura das periferias, que conhece de perto, mas ele não se limita a afiar a discurseira; junta a seu lado de observador social um saudável ecletismo sonoro, num disco que surpreende pela variedade. Intuitivamente, Rappin'Hood descobriu que uma embalagem sônica "palatável" também tem o poder de prender a atenção do público ao que realmente importa: as letras.
Tem muita crônica barra-pesada em Sujeito Homem. RH foca o olhar para a violência nas periferias (como em Vida Bandida e na tensa vinheta que introduz Suburbano - que termina abruptamente, assustando o ouvinte) e não esquiva de pichar os "gambés" (malhando a violência policial em Caso de Polícia). Mas seu discurso não se limita a isso. Decanta a beleza da mulher negra em Tributo às Mulheres Pretas, usa marotamente o futebol como metáfora da malandragem em Gol e pega carona no humor dos repentistas Caju & Castanha (De Repente, que ataca a corrupção na figura do juiz Nicolau). E também abraça a clássica autolouvação dos rappers em É Tudo no Meu Nome e Rap du Bom, desencanado e preciso.
O tchan final da fórmula de Rappin'Hood são suas bases, todas no capricho e produzidas, em grande parte, pelo próprio rapper. Aproxima-se da tradição nordestina (na já citada De Repente, feita só na voz e nas pandeiradas) e resvala no samba, com a benção de Leci Brandão - com quem divide os vocais em Sou Negrão. Até reggae, dos mais roots, serve de plataforma para as rimas de RH: Raízes, gravada com Funk Buya e Gustavo Black Alien. Arrisca também uma bossa nova (com violão sampleado e vocal feminino): Suburbano, que surpreende pela suavidade. Nas faixas de hip hop mais "ortodoxas", Rappin'Hood manda igualmente bem: É Tudo no Meu Nome, Gol e Rap Du Bom, entre outras, exibem grooves matadores, econômicos e suingados. Bom também ficou o empréstimo do som soul-funkeado do Placa Luminosa (alguém se lembra?), balançando as batidas de A Bola do Mundo 2." Marco Antonio Barbosa

Temas

CD 1
01
O chamado
Rappin' Hood - Pregador Luo
01:40
02
É tudo no meu nome
Rappin' Hood
05:36
03
Gol
Rappin' Hood - Johnnye Mc - Hébano - James Lino - Núbio
04:45
04
Rap du bom
Rappin' Hood
05:51
05
De repente
Rappin' Hood - Caju - Castanha
03:25
06
Vida bandida (Culpa da situação)
Rappin' Hood - Douglas Guerreiro
06:04
07
Tributo às mulheres pretas
Rappin' Hood - Johnnye Mc - Lady Cris
05:09
08
Raízes (Toaster Roots 2)
Rappin' Hood - Funk Buya - Black Alien
06:13
09
Suburbano
Rappin' Hood
06:54
10
Sou negão
Rappin' Hood
06:01
11
Vida de negro
Rappin' Hood - Hébano - Xis - Dj Kl Jay
04:58
12
Caso de polícia
Rappin' Hood - Tio Fresh
04:58
13
A bola do mundo 2
Rappin' Hood
05:59
14
Rap du bom (remix)
Rappin' Hood
05:29