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Pacífica pedra branca (Ed. Jpn)

Jennifer Souza
Discos: Pop / Folk

Disponible

34,17 € impuestos inc.

Ficha técnica Discos

Sello Disk Union
Estilo Pop / Folk
Año de Edición Original 2021

Más

Jennifer Souza (voz, guitarras, dirección)

William Alves (trompeta) Jonas Vitor (saxo tenor), João Machala (trombón), Marcus Abjaud (piano, piano eléctrico), Fred Selva (sintetizadores, electrónica, armonio), Leonardo Marques (guitarra eléctrica, producción), Frederico Heliodoro (bajo, bajo sint.), Felipe Continentino (batería), Pedro Hamdan, Fabio Góes y Thiago Corrêa (coros), Luka Milanovic (violín), Felipe José (cello), Rafael Martini (arreglos de cuerdas).

Participación especial de Tiganá Santana (voz) y Moons (Andre Travassos, Tiago Eiras, Bernardo Bauer, Felipe D’Angelo y Digo Leite (coros)).

Edición original japonesa (el disco no ha sido editado en CD en Brasil).

Tercer disco -segundo álbum solo además del EP de 2017 grabado "ao vivo" junto al pianista Marcus Abjaud- de la cantautora mineira. Dedicada a la música desde finales de los años 90, también forma parte de la banda Moons.
Folk envolvente que recuerda los climas delicados y serenos de Vinicius Cantuária.

“Pacífica Pedra Branca” é o segundo álbum solo de Jennifer Souza, cantora e compositora mineira que também integra as bandas Moons e Transmissor. O álbum, que chegou às plataformas digitais há exatamente uma semana, sucede “Impossível Breve”, de 2013, mas, para falar desse novo trabalho, é preciso voltar um pouco mais no tempo. Jennifer Souza já foi Liliam, nome que carregou consigo até os três anos de idade, quando foi, de fato, levada a um cartório para ser registrada. Aí virou Jennifer Souza, de vez, por vontade da mãe.
Em meados de 2017, envolta em questões existenciais, Jennifer, cuja produção já havia rendido quatro faixas deste novo disco, quis saber o significado de seu nome. A compositora, criadora da Mostra Cantautores, descobriu que Jennifer significa “suave” e “branca”, e Souza quer dizer “pedra”. A compositora achou bonito, poético, e resolveu trocar “suave” por “pacífica” e pronto: ela tinha o nome de seu segundo disco.
“Fiquei nessa viagem, a história do nome é muito engraçada, mas fiquei abismada com o tanto que me identifico com o significado de Jennifer Souza. Tem a ver com minha personalidade, com minha fisionomia. É uma identificação muito interessante e a imagem disso ficou”, comenta a cantora, que, no fim de 2019, compôs a faixa título: “Não imaginava compor uma música com o título, mas foi natural, os versos começaram a sair”.
As músicas de “Pacífica Pedra Branca” começaram a ser compostas há um bom tempo. “Crescente”, por exemplo, é de 2015. Com as faixas redondinhas, à exceção de “Serena”, feat com a Moons e última a entrar no disco, Jennifer Souza pisou no estúdio Ilha do Corvo, de Leonardo Marques, que assina a produção do disco e tocou guitarra na faixa-título, em fevereiro de 2020 com a ideia de lançar o álbum em maio e fazer o show de lançamento no fim de junho, em Belo Horizonte.
Porém, no meio do caminho tinha uma pandemia, os planos foram repensados e a feitura do disco passou por uma dinâmica mais lenta, compreendendo os desafios do tempo e do espaço pandêmico, até ser finalizado em junho passado (...)
Sobre as parcerias, a cantora ressalta o ambiente colaborativo que resultou no disco e enaltece cada troca de ideia não só com os músicos, mas com toda a equipe de produção.
“A maior parte das músicas e das letras é minha, tem um processo de composição muito solitário, estou pensando nesse disco há muitos anos, mas para realizar o álbum seria impossível sozinha. Várias pessoas estavam empenhadas e foi um trabalho muito coletivo”, ela afirma. “O Rafa e o Luiz fizeram as letras, a melodia já existia. Com o Góes fiz música e letra, e a participação do Tiganá é a realização de um sonho. Sou muito admiradora do trabalho dele”, acrescenta. Ao todo, cerca de 30 pessoas estiveram envolvidas em cada passo de “Pacífica Pedra Branca” (...)
A poesia do título do álbum, retrato que abrange acontecimentos de um longo período da vida de Jennifer, salta também às músicas e acaba por conectar as canções, de “Ultraleve” à “Oração ao Sol”, da epifania de “Amanhecer” à sensação de voo em “Birds”. Jennifer diz que os títulos das músicas sugerem uma unidade do disco. “Tudo isso, para mim, sugere leveza, luminosidade, e não foi pensado dessa forma, foi saindo assim”, pontua a musicista.
Passeando entre o folk e o indie, “Pacífica Pedra Branca” busca paz sem se esconder do que angustia e é reencontro; é sereno - talvez toda a calma que Jennifer estivesse precisando -, forte, mas sutil, “desses campos mais sutis que sentimos, mas não vemos”, como ela diz já no fim da entrevista." Bruno Mateus (O Tempo, 21.10.2021)

Temas

CD 1
01
Ultraleve
Jennifer Souza - Luiz Gabriel Lopes
02
Birds
Jennifer Souza
03
Amanhecer
Jennifer Souza
04
Serena
Jennifer Souza
Jennifer Souza & Moons
05
Crescente
Jennifer Souza
06
Pacífica pedra branca
Jennifer Souza
07
Ser no espaço a minha luz
Jennifer Souza - Fabio Góes
08
Na ponta dos pés
Jennifer Souza - Rafa Castro
09
Oração ao sol
Jennifer Souza
Jennifer Souza & Tiganá Santana