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Cinema na música de Sérgio Ricardo

Sérgio Ricardo
Dvds: Música (MPB)

Disponible

25,26 € impuestos inc.

Ficha técnica Dvds

Sello Biscoito Fino
Estilo Música (MPB)
Año de Edición Original 2019
Concierto

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Sérgio Ricardo (voz)
Marina Lufti (voz), Adriana Lufti (voz), João Gurgel (guitarra acústica, voz, arreglos), Alexandre Caldi (flauta, arreglos), Marcelo Caldi (teclado, acordeón, arreglos), Giordano Gasper (bajo), Diego Zangado (percusión), Lui Coimbra (cello, charango, arreglos).

Participación especial de: Dori Caymmi, Geraldo Azevedo, Alceu Valença y João Bosco.

Grabado "ao vivo" en el Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense, en Niterói (Rio de Janeiro), el 2 de octubre de 2018.                                                                                                                                                

Idioma:   Portugués. Sin subtítulos.
No incluye extras
Duración total aproximada:    96'
 
Región 0 (DVD sin restricciones de zona: de uso mundial)
Sistema de color:   NTSC
Sonido:   Dolby Digital 2.0 + Dolby Digital 5.1
Formato de pantalla:    16:9  

Edición en formato Digipack (que contiene  los mismos temas que el CD homónimo)    

Maior escritor brasileiro e cronista carioca das últimas décadas do século XIX, Machado de Assis tem neste DVD cinco dos contos mais representativos de sua obra adaptados para o cinema: ("Uns braços",  Jom Tob Azulay; "O caso da vara", Liloye Boubli; "Teoria do medalhão",  Mario Vieira da Silva; "Entre Santos", Helena Lustosa; "Uma visita de Alcebíades", Octávio Bezerra).
Com apurada recriação de época, os cinco diretores dos filmes, cada um a seu modo, conferem cinematograficamente ao texto machadiano olhares e nuances interpretativos originais e instigantes.

"No primeiro DVD da discografia, o cantor e compositor paulista Sérgio Ricardo, nascido com o nome de João Lutfi (Marília, SP, 1932) enfoca a trilha sonora da carreira que combinou música e cinema em takes afinados. O show criado em 2017, com 24 músicas que o artista compôs para cinema dispostas em ordem cronológica nos 16 números do roteiro, foi roteirizado para exibir imagens dos filmes –amostras do talento do irmão caçula de Sérgio Ricardo, Dib Lutfi (1936 - 2016), como diretor de fotografia– enquanto o compositor cineasta reapresenta a trilha sonora de toda uma vida com o reforço vocal dos filhos Adriana Lutfi, João Gurgel e Marina Lufti.
Alguns convidados ilustres também entram em cena. Saudado pelo anfitrião ao som de João Valentão (1953), Dori Caymmi canta Barravento (1964). Alceu Valença reativa a veia de cantador nordestino para ecoar a Canção do espantalho (1974) e o Tema da posse (Noite de luar), composições da trilha sonora de A noite do espantalho, filme de Ricardo no qual o artista pernambuco atuou como ator e cantor.
Geraldo Azevedo (diretor musical e intérprete de temas da trilha original desse filme de 1974) e João Bosco –convidado do politizado samba Zelão (1960), composição dissociada do cinema de Sérgio Ricardo, mas incluída no roteiro pela relevância na carreira musical do artista– também entram em cena para ajudar a montar a retrospectiva da engajada trilha sonora da vida de Sérgio Ricardo.

Sérgio Ricardo se provou tão bom de música quanto de cinema. Talvez seja ainda melhor na realização da Sétima Arte, a julgar por prêmios que recebeu no Brasil e no exterior como cineasta.
Sérgio Ricardo costuma ser injustamente mais lembrado no universo cultural nacional por ter quebrado o violão no palco do III Festival de Música Popular Brasileira e arremessado o instrumento na plateia que o vaiava e o impedia de cantar o samba autoral Beto bom de bola na emblemática competição musical de 1967.
Contudo, o artista deveria ser mais associado à produção como cineasta, iniciada em 1961 com a filmagem do curta-metragem Menino de calça branca.
Daquele ano de 1961 até 2018, mesmo com hiato de três décadas na trajetória cinematográfica do artista, Sérgio Ricardo dirigiu quatro longas-metragens – Esse mundo é meu (1964), Juliano do amor perdido (1970), A noite do espantalho (1974) e o recente Bandeira de retalhos (2018) – além de uma dezena de curtas.
Além de dirigir, Sérgio Ricardo compôs músicas para filmes próprios e alheios, fazendo parceria com ninguém menos do que Glauber Rocha (1939 - 1981) na trilha sonora de Deus e o diabo na terra do sol (1964)."