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Mangue Beat – Guitarras e alfaias da lama do Recife para o mundo

Júlia Bezerra & Lucas Reginato
Libros: Música

Disponible

24,51 € impuestos inc.

Ficha técnica Libros

Editorial Panda Books
Estilo Música
Año de Edición Original 2017

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176 páginas (14 x 21 cm, ilustrado) (Peso: 235 g)

"O movimento musical manguebeat - ou 'manguebit'- nasceu em Recife nos anos 1990 em meio a um período de declínio econômico do estado pernambucano. O mangue e seus caranguejos, fonte de renda para grande parte da população, representavam o sentimento dos jovens recifenses. Com forte viés de crítica política, as letras das músicas de Chico Science (Assis França Caldas Brandão) (1966 – 1997) e dos garotos da Nação Zumbi falavam das minorias, dos marginalizados e dos excluídos. Uma mistura de hip-hop com maracatu, psicodelia e eletrônica fez da batida “mangue” um som extremamente original, que conquistou vários artistas, como Antônio Nóbrega, Herbert Viana, Nasi e Thaíde, e repôs Pernambuco, sobretudo as cidades de Olinda (PE) e Recife (PE), no mapa musical do Brasil.
Neste livro-reportagem você irá conhecer a movimentação ocorrida na década de 1980 (bem antes de 1994 ano do lançamento do crucial primeiro álbum da Nação Zumbi, Da Lama ao Caos) e o início da carreira de Chico Science, Fred Zero Quatro (Fred Rodrigues Montenegro) e de cantores, compositores e músicos menos incensados como Gilmar Correia da Silva (o Gilmar Bola Oito, integrante do grupo Lamento Negro, cuja batida de samba-reggae foi decisiva para Science formatar o som do Mangue), Renato L. (Renato Lins) e outros, e a narração avança até 2016 para mostrar como Jorge Du Peixe soube carregar a bandeira da Nação Zumbi ao lado de nomes como o guitarrista Lúcio Maia e Jorge du Peixe,
É a história de todos os que fizeram do manguebeat mais que um estilo musical, uma atitude."