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O sambista perfeito - Arlindo Cruz

Marcos Salles
Libros: Música

Disponible

37,50 € impuestos inc.

Ficha técnica Libros

Editorial Malê Editora
Estilo Música
Año de Edición Original 2025
Observaciones biografía

Más

466 páginas (16 x 23 cm) (Peso: 867 g)

"Neste importante relato, Marcos Salles nos conduz pela vida e obra de Arlindo Cruz, um dos maiores expoentes do samba brasileiro. De sua infância no Rio de Janeiro ao estrelato como compositor, cantor e instrumentista, o livro narra com sensibilidade a trajetória de um artista que personifica a essência do samba.A história mergulha nas raízes culturais e familiares de Arlindo, explorando como ele transformou sua paixão pelo samba em uma carreira brilhante, marcada por sucessos, desafios pessoais e uma incansável dedicação à música. Com depoimentos, histórias inéditas e uma narrativa envolvente, a biografia celebra o legado de um homem que conquistou o coração do Brasil com sua arte e generosidade."O Sambista Perfeito" é mais que uma biografia; é uma homenagem ao samba, à cultura brasileira e ao espírito resiliente de Arlindo Cruz. Uma leitura obrigatória para fãs do gênero e admiradores da música brasileira." (Texto de presentación de la editora)

"Se um AVC hemorrágico hipertensivo não tivesse tirado Arlindo Cruz de cena, por volta das 11h de 17 de março de 2017, o disco em que Xande de Pilares canta Caetano Veloso não seria o primeiro tributo fonográfico de um sambista carioca ao compositor baiano.
Na recém-lançada biografia de Arlindo Cruz, O sambista perfeito, o escritor e produtor musical Marcos Salles revela que Arlindo tinha plano de gravar um álbum com músicas de Caetano e que chegou a convidar Maria Bethânia para produzir o disco pelo selo da artista, Quitanda.
Quem revela esse plano no livro é a própria Bethânia, irmã de Caetano, em depoimento a Marcos Salles, autor do livro publicado pela editora Malê.
Com a palavra, Bethânia: “A última vez que tive uma conversa longa com Arlindo foi durante a turnê que fizemos pelo Prêmio da Música Brasileira, em 2015. Ele foi ao meu camarim e conversou profundamente comigo porque estava preparando um disco e queria que eu produzisse na Quitanda, meu selo, (esse disco) com canções de Caetano. Era uma obra-prima que ele estava criando e tudo que ele me mostrou era deslumbrante. (Era) uma visão dele sobre a obra de Caetano”.
Bethânia revela ter ficado triste quando soube que o projeto do disco teve que ser forçosamente abortado por conta das sequelas que impediram Arlindo de retomar a carreira após o AVC. “Me doeu muito não poder fazer porque (esse disco) era uma das coisas que eu mais queria que a Quitanda fizesse. Seria um registro muito forte do Rio de Janeiro com a Bahia, o melhor do samba do Rio com o samba baiano santamarense”, vislumbra a cantora.
O repertório do tributo fonográfico de Arlindo Cruz a Caetano Veloso já estava delineado. Músicas como Irene (1969), Reconvexo (1989) e Desde que o samba é samba (1993) já tinham lugar garantido no álbum.
O disco reforçaria os laços de Arlindo com Caetano cinco anos após a participação do cantor no álbum ao vivo e DVD Batuques do meu lugar, gravados por Arlindo em 6 de junho de 2012 no Terreirão do Samba, espaço de shows do Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), e lançados naquele mesmo ano de 2012.
Caetano foi o convidado de Arlindo no canto do samba Trilha do amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2012), lançado pelo Grupo Revelação naquele mesmo ano." Mauro Ferreira (g1.globo.com, 26.05.2025)